terça-feira, 11 de setembro de 2012

A casa de Amityville


Em Junho de 1965, o Sr. Ronald DeFeo adquiriu a casa nº 122 na rua Ocean Avenue. Era uma casa linda, com uma arquitectura ao estilo Holandês, bastante espaçosa e com uma casa de barcos, um anexo com ligação ao rio. Parecia o Sonho Americano: uma casa de sonho, família feliz e muito dinheiro para gastar. Os DeFeo até colocaram uma tableta em frente á sua casa onde se podia ler "Grandes Esperanças", como que um símbolo da fortuna da família. Mas havia um lado negro escondido na família...
o filho mais velho do casal, Ronald "Butch" Júnior, consumia drogas e praticava pequenos roubos, o que levava a frequentes e violentas discussões com o seu pai. No dia 13 de Novembro de 1974 enquanto toda a família dormia nos seus quartos, Ronald "Butch" Júnior estava a ver televisão no segundo piso, quando se levantou e pegou na sua carabina (uma Marlin Rifle .35). Dirigiu-se primeiro ao quarto de seus pais e disparou dois tiros contra o seu pai Ronald DeFeo e seguidamente disparou mais dois tiros contra a sua mãe Louise. De seguida matou os seus dois irmãos John e Marc e posteriormente também as suas duas irmãs Dawn e Allison. 

Corpo de Marc DeFeo de 12 anos e a cadeira de rodas que usava temporariamente devido a uma lesão recente causada ao jogar futebol. Infelizmente a fotografia ficou sobreposta com outra, tirada a um dos detetives da policia. O local do crime é seguro pela polícia enquanto decorrem as investigações Ronald "Butch" Jr fugiu depois de cometer os crimes, desfazendo-se das caixas das balas e da bolsa almofadada da carabina numa sarjeta de outra rua nos arredores. Ele, tentando descartar qualquer culpa pelos assassinatos, dirigiu-se para um bar na área para pedir ajuda dizendo aos seus amigos lá presentes que talvez os seu pais tivessem mortos. Ele acompanhado dos amigos voltaram à casa de onde um deles efetuou um telefonema para a polícia a relatar o sucedido. As provas do crime que foram retiradas da sarjeta onde foram encontradas. 

Quando a polícia chegou ao local do crime, foram encontrados 6 corpos, todos nas suas camas e todos na mesma posição: de barriga para baixo. Planta da casa indicando o posicionamento e localização dos corpos Ao início "Butch" tentou culpar a máfia pelos crimes cometidos contra a sua família, mas os detetives da policia começaram a desconfiar quando encontraram num dos quartos a caixa vazia de uma arma igual à do crime. Mais tarde em julgamento, "Butch" viria a confessar os crimes: "Começou tudo muito rápido. Assim que comecei, não consegui parar. Foi tudo muito rápido". Ronald "Butch" Júnior, confessado ser o autor dos 6 crimes é levado a julgamento Ronald "Butch" Júnior é acompanhado pela polícia Quando lhe perguntaram porque cometeu ele tamanha atrocidade ele adiantou: "Eu não matei a minha família, eles iam matar-me. O que eu fiz foi em auto-defesa e não há nada de errado com isso. Quando tenho uma arma na mão, não há duvida nenhuma sobre quem eu sou. Eu sou Deus". Depois do trágico acontecimento, em Dezembro de 1975, George e Kathleen Lutz e os seus 3 filhos mudam-se para o número 122 da Ocean Avenue. Eles foram avisados dos crimes que ali ocorreram, no entanto não se sentiram incomodados. Apenas chamaram um padre da igreja católica para benzer a casa. No decorrer da benção, num dos quartos o padre ouviu uma voz dizendo-lhe "vai-te embora", mas para não amedrontar a família, não lhes contou esse acontecimento macabro, no entanto disse-lhes para não usarem aquele quarto pois tinha sentido algo de estranho lá. 

George e Kathleen Lutz mudaram-se para a casa de Amityville depois dos trágicos assasinatos No entanto coisas estranhas começam a ocorrer e eles abandonam a casa apenas 28 dias depois de se terem mudado, deixando tudo para trás. Vista aérea da casa de Amityville Mais tarde, uma equipa de investigadores foi à casa para tentarem descobrir mais qualquer coisa de sobrenatural. De entre muitas fotografias, uma delas captou uma criança espreitando de um dos quartos. Na altura a criança não foi vista por ninguém e não havia crianças juntamente com o grupo. Seria aquele o fantasma de um dos rapazes DeFeo? Não havia nenhuma criança presente no decorrer da investigação mas esta fotografia vem mostrar algo sobrenatural Embora "Butch" tenha sido condenado a 6 penas consecutivas de 25 anos de prisão acusado de 6 crimes em segundo grau, muitas questões se mantêm sobre o que realmente aconteceu naquela noite "Butch" é condenado a 6 penas consecutivas de 25 anos de prisão Porque não fugiram as crianças quando ouviram os primeiros tiros? Porque motivo foram todas as vítimas encontradas na mesma posição? Ter-lhes-ão ordenado que ficassem de barriga para baixo? Os peritos puseram de parte a teoria de que eles teriam sido assassinados noutro local e depois colocados naquela posição. Porque razão não ouviram os vizinhos os tiros? O barulho de uma carabina daquelas é bastante alto e pode ser ouvido a mais de um kilometro e meio de distancia, no entanto a única coisa que um dos vizinhos afirma ter ouvido naquela noite foi o cão da família a ladrar. Ficou ainda provado que não foi utilizado qualquer tipo de silenciador na carabina de modo a abafar o ruído. 

As autópsias revelaram ainda que as vítimas não estavam sobre o efeito de qualquer tipo de drogas ou substancia que favorecesse os assassínios. Atualmente "Bucth" continua a cumprir pena na prisão de Green Haven em Nova York e sempre lhe foi negada a saída em liberdade condicional. Ainda assim, mesmo quando questionado, ele continua a alterar a sua história dos fatos ao longo dos anos, deixando assim um mistério no ar. Uma outra versão dos fatos é que a sua irmã Dawn estaria envolvida no crime. Nesta versão, "Butch" e Down teriam combinado matar seus pais, mas para que não houvesse testemunhas ela acabou por matar também as crianças e que "Butch" ao aperceber-se disso, deu-lhe uma pancada na cabeça e matou-a posteriormente com um tiro de carabina. Nos relatórios da investigação policial, ficou anotado que Dawn tinha vestígios de pólvora na sua roupa, o que indica que ela disparou uma arma naquela noite. Como nota adicional, consta ainda que "Butch" e Dawn praticavam incesto. 

Provavelmente nunca saberemos toda a verdade sobre o que se passou naquela casa na noite de 13 de Dezembro de 1974... A casa foi, entretanto modificada uma das modificações mais evidentes foi o formato das janelas do piso superior. O número da porta foi também alterado. A casa foi posteriormente modificada e o número da porta mudado para desencorajar os turistas de procurá-la. É freqüente os vizinhos dizerem que a casa de Amitiville foi demolida, mas isso não é verdade. 

Tudo isto para desencorajar as pessoas que vêm de toda a parte para ver a casa e tentar a sua sorte na descoberta de fantasmas ou demônios. Depois dos Lutz abandonar a casa, mais famílias viveram na casa, mas não foram registrados mais casos de atividade sobrenatural idênticos aos anteriores.

Fontes:

terça-feira, 15 de maio de 2012

A Foto

Havia um jovem rapaz que um dia foi a uma loja tirar uma foto 3x4. O esquema da loja era o seguinte: a pessoa tirava a foto e aguardava ela ser revelada. As fotos reveladas eram colocadas num cesto até os donos das fotos irem pegá-las. Ele tirou sua foto e aguardou. Quando foi buscar a foto já revelada, viu a foto de uma jovem mulher abaixo da sua. A beleza da garota o impressionou muito. Tanto que ele perguntou ao balconista quem era a jovem. Estranhamente, o balconista respondeu que não se lembrava de ter visto a jovem entrar e tirar a foto.

O jovem resolveu ficar com a foto, e deixou seu telefone com o balconista. Se ela aparecesse, o balconista entregaria o número de telefone do rapaz. O rapaz se foi com a foto, mas não conseguia parar de pensar na mulher da foto. Quem seria? Sua fixação foi tanta que ele arrancou as fotos de sua namorada dos porta-retratos e colocou a foto da desconhecida no lugar.

Até mesmo no trabalho ele não parava de pensar nela. Sua namorada telefonou e ele foi grosso com ela, pois agora só pensava na jovem desconhecida. Ele decide ir à loja de fotos para ver se o balconista teve alguma notícia da garota. No caminho, a pé, ele vê a garota num carro. É ela! Ele sai correndo, mas o carro já virava a esquina. Desapontado, ele volta ao emprego. No dia seguinte, sua namorada liga novamente, e ele termina tudo com ela. Como poderia pensar nela sabendo que a mulher da sua vida poderia ser a garota da foto? Foi uma paixão à primeira vista, ele não pensava em outra coisa. Até mesmo foi falar com seu chefe e pediu demissão!

O telefone toca. É o balconista da loja de fotos. Ele viu a garota passando e telefonou. Imediatamente, o jovem se dirige à loja. Porém, na frente da loja, ele é atropelado e morre.

O balconista ouve barulho de foto sendo tirada. Mas ninguém havia entrado... Ele se dirige ao cesto e vê. Uma foto com a misteriosa garota ao lado do rapaz que acaba de morrer.

www.sobrenatural.org

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Conto do Além


      O conto que segue tem como procedência a publicação feita nos anos 50 pela revista "Incrível! Fantástico! Extraordinário! De autoria de Henrique Foreis Domingues, mais conhecido como "Almirante". Seus contos eram sempre assombrosos e muitos dos quais, baseados em fatos verídicos. E dentre suas inúmeras histórias, uma foi ocorrida durante a estada do famoso "Circo Atlântico" em Mimoso do Sul - ES. Tal acontecimento foi narrado por minha saudosa Avó Aracy Marques Pires que possuía a revista e assim reunia seus netos para contar casos, principalmente os assombrosos e nós adorávamos! E assim tudo aconteceu...

      Antigamente nossa cidade recebia muitos circos importantes como: Circo dos Irmãos Temperani, Gran Bartolo Circus, Circo Garcia,  Royal Imperial Circus...  Pois a presença de espectadores nas apresentações em Mimoso era uma tradição conhecida pelos circenses e assim criou-se uma rota obrigatória destes famosos circos por aqui. Mas um fato muito estranho aconteceu por volta de 1950 quando aqui chegou o luxuoso "Circo Atlântico" que foi motivo de alegria e animação.O circo era composto por vários animais como: Leões, Tigres de Bengala, Elefantes Indianos, Cavalos amestrados, palhaços, trapezistas, mágicos, malabaristas e muitas outras atrações! Sua colorida e gigantesca lona era sinônima de grandeza e imponência. 

          Mas dias antes que antecederam a estréia do circo, a presença sinistra de um cachorro preto que por ali apareceu e permaneceu despertou a curiosidade dos proprietários e participantes do referido circo, pois a partir desse momento fatos estranhos começaram a acontecer... Os animais passaram a ficar agressivos com os domadores, crianças se machucaram em treinamentos, uma grande haste metálica se soltou ferindo um dos ajudantes na montaria do circo... A esposa do proprietário do circo por nome Madalena, passou a ficar incomodada com a presença do cachorro que sempre a olhava vigilante com olhar fixo e penetrante e ainda relacionados aos fatos ocorridos após sua chegada, pediu ao esposo para retirar o animal das dependências do circo, e assim seu esposo o fez, capturando-o e levando-o até bem distante da cidade para solta-lo, pensando assim por fim ao problema. Mas ao retornar as dependências do circo, percebeu que o mesmo cachorro preto novamente ali estava! Sem entender o que aconteceu, prendeu-o numa jaula e ali o deixou. A noite os animais nervosos se agitavam, talvez provocados pelos incessantes uivos do cachorro negro em sua jaula. 

        No dia prezado para a estréia do espetáculo circense, Mimoso do Sul se fez presente em grande público, e assim naquela noite, novos e apavorantes acontecimentos começaram a acontecer. O talentoso e habilidoso atirador de facas atingiu a perna de sua própria esposa durante a apresentação que teve que ser socorrida e levada ao nosso hospital... E a apresentação não pode ser interrompida, em outro momento o trapezista se despencou de uma altura de 03 metros enquanto subia para o ponto máximo da apresentação, não foi possível fazer o números com nenhum dos animais presentes no circo, pois a agressividade com seus próprios domadores era impressionante! 

           Devido a estes fatos os provocadores de risos "Os Palhaços" não possuíam encenação de agrado algum aos presentes!Infelizmente uma catástrofe a apresentação do famoso Circo Atlântico na cidade de Mimoso do Sul, que no outro dia desarmou sua lona e se dirigiu para o município vizinho de Campos dos Goytacazes, e a última noticia que se teve, foi que em momento da instalação de cobertura da lona do circo a mesma incendiou-se pondo fim definitivamente em um dos mais belos e catastróficos circos de todos os tempos.  

Renato Pires Mofati
(Se você tem uma história sobrenatural que te assombra ou caso conheça relatos de outras pessoas, mande-me um e-mail para thiagocsantiliano@gmail.com e conte sua história ao mundo! Seus direitos autorais serão preservados ou caso não queira que o nome dos personagens reais e do autor aparecem, usaremos nomes fictícios para preservar sua identidade.)  

Demônio da Porteira


A história que lhes contarei foi vivida por um agricultor de Mimoso do Sul na década de 1990 na Comunidade da Pratinha.

Na calada da noite de março de 1990, Vinícius um agricultor mimosense lavava o curral de sua propriedade com mais dois caseiros lhe ajudavam nos serviços de ordenhas e alimentação do gado leiteiro. Todos os dias de manhã após as ordenhas, o gado era solto no vasto pasto da propriedade e era recolhido ao por do sol.
Neste dia 19 de março, um dos caseiros notou que estava faltando um dos bezerros no curral. E se propõe a sair para procurá-lo.

A noite estava meio fria. Vinícius decide ir junto com o caseiro ao pasto para procurar o bezerro perdido. Vinícius torce para que o bezerro não tenha entrado na mata da Serra das Torres, caso contrário, seria bastante difícil de encontrá-lo mesmo de dia, sendo que a mata é muito densa e fechada.

Os dois decidiram formar um círculo em volta das extremidades da propriedade. E nada do bezerro aparecer. Foi quando o caseiro avistou em meio à escuridão a porteira que fazia divisa da propriedade com a mata aberta. Logo ele chama Vinícius e diz que o bezerro deve ter entrado na mata. Vinícius decide fazer uma busca nos primeiros 100 metros dentro da mata, aproveitando a luz do luar que acabara de nascer dentre as montanhas da Serra das Torres.

Faltavam apenas 2 minutos para a meia noite. Vinícius e o caseiro desceram dos cavalos equipados de lanternas e um facão, e a exata meia noite em ponto os dois passam pela porteira que divide a mata. Vinícius deixa a porteira bater ao ser fechado. Nesse momento um silêncio aterrorizante paira no ambiente.

De repente, uma criatura tenebrosa surge correndo atrás dos dois, com uivos de estremecer os ossos. Vinícius e o caseiro correm loucamente para dentro da mata. Eles não sabiam o que era. Só perceberam que era uma criatura sem pelos, cor quase negra, andava meio curvado e com longos braços. A criatura misteriosa ainda continuava correndo atrás dos dois. Como se os forçassem a entrar cada vez mais para o interior da mata. Mas o caseiro conhecia bem as trilhas que cortavam a mata, pois desde criança fora criado ali. O caseiro agarra o braço o braço de Vinícius e o puxa bruscamente para o lado com a intenção de guia-lo para outra trilha que os levaria de volta para porteira.

A medida que os dois corriam a criatura emitia rugidos com super ecos como se estivesse de comunicando com a floresta ou outra criatura. Logo os dois avistam a mesma porteira que entraram e seguem em disparada. De repente surge uma outra criatura atrás deles. Os dois pulam a porteira e percebem as criaturas param. Por algum motivo elas não podiam passar através da porteira. Os dois muito assustados pegam os cavalos e voltam para a sede da propriedade.

Bem mais calmos e recuperados do susto, Vinícius e o caseiro conversam com o outro que tinha ficado no curral sobre o que presenciaram e tentando descobrir que criaturas apavorantes eram aquelas.

No dia seguinte de manhã o caseiro volta à mata para ver se encontrava o bezerro perdido. O que encontrou? Apenas os cascos patas do bezerro e nada mais. Nem uma gota de sangue derramado, nem o couro e nem a ossada do animal.

Meses depois Vinícius vende a propriedade e vai morar no Rio de Janeiro. Já os caseiros, também não residem mais em Mimoso.

De lá para cá, muitas pessoas relataram serem perseguidas por criaturas após baterem porteiras à meia noite em outras localidades de Mimoso como Dona América, São Pedro e também em Conceição. Muitos afirmam que estes acontecimentos acontecem somente na quaresma, mas muitos destes ocorridas também se procederam em outros períodos. Até hoje, ninguém das pessoas também perseguidas não conseguiram identificar que criatura era aquela. Só afirmam uma coisa, “Nunca batam uma porteira a meia noite, pois o Demônio da noite correrá atrás de você!”.

Obs.: Os personagens aqui relatados são fictícios com o intuito de preservar a identidade dos atuais protagonistas da história.

Thiago Costa Santiliano

(Se você tem uma história sobrenatural que te assombra ou caso conheça relatos de outras pessoas, mande-me um e-mail para thiagocsantiliano@gmail.com e conte sua história ao mundo! Seus direitos autorais serão preservados ou caso não queira que o nome dos personagens reais e do autor aparecem, usaremos nomes fictícios para preservar sua identidade.) 

Assobio da Madrugada

“A história apresentada aqui fora contada por um parente meu, onde segundo ele, o fenômeno ocorreu por volta de 1960 nas proximidades de Mimoso do Sul”

Era por volta de 1960. Dois pescadores saíram à tardinha para pescarem no rio Muqui do Sul, logo abaixo da antiga Usina Hidroelétrica Rubens Rangel, uns 5 km do centro de Mimoso.  Carlos e Marcos saiam para pescar todos os finais de semana depois de uma semana de trabalho duro e cansativo. Os dois naquela tarde de sábado, saíram pelas ruas de bicicleta equipados com varas de pescar, água, lanternas e um saco rumo a Usina, onde sempre buscavam os melhores peixes. Era temporada de piabinhas, onde até muitas pessoas buscavam pescar pela grande variedade de peixes, que sempre ocorria em uma determinada época do ano.
Naquele sábado Carlos e Marcos ao chegarem à Usina, se deparam com muitas pessoas às margens do rio, e decidem descer um pouco mais o rio em busca de um lugar mais tranquilo. Decidiram tomar aposento debaixo de uma grande mangueira. O lugar era até melhor que na Usina, pois não havia tantos mosquitos e borrachudos. Logo os dois lançam as primeiras iscas ao rio.
A pesca estava maravilhosa. Os dois juntos já havia pescado em 2h quase 2,5 kg de piabinhas. Fato que isso não era possível na Usina devido o barulho de tantas pessoas. Pois isso assustava os peixes. Os dois permaneceram por lá até a madrugada. Quase beirando às 3h da manhã. A noite estava mais calada, sendo que muitos já deixaram a Usina desde a meia noite.
O saco estava um pouco à cima da metade de peixes. Aquela havia sido uma das melhores pescarias dos dois. Carlos resolve ir a um arbusto para aliviar sua bexiga, enquanto seu amigo Marcos juntava coisas para irem embora, pois já haviam pescado o suficiente.
Assim que se aliviou, Carlos se depara com o som de um assobio atrás de uma pedra, a sua frente. Carlos não dá atenção e chama por Marcos. Para ele só podia ser Marcos, pois não tinha mais ninguém por ali. Mas logo Carlos começou a perceber que aquilo não vinha de Marcos e decidira ir até a pedra para ver o que era. Lá Carlos se depara com uma espécie de criatura agachada cheio de pelos nas costas e cabelos avermelhados. Carlos corre ao encontro de Marcos desesperado. 

Enquanto isso a beira do rio já com tudo pronto, marcos percebe que Carlos está demorando de mais e decide ir atrás dele. Marcos se depara com Carlos muito assustado pedindo para pelo amor de Deus, eles fossem logo embora dali. Marcos sem entender pede para ele se acalmar e dizer o que estava acontecendo. Carlos diz a ele que ouviu um assobio e que, quando foi ver, era uma assombração. Marcos não acreditou e voltou para pegar o saco de peixe que havia sumido. Carlos logo deduziu que foi a assombração quem pegou o saco. Marcos começa a procurar pela beira do rio, quando o assobio começou a soar novamente. Marcos grita para quem estivesse fazendo aquela brincadeira de mau gosto, parasse logo com aquilo. Foi quando algo começou a balançar os galhos do pé de maga. Marcos aponta a lanterna para o alto da árvore e vista um grandioso olho vermelho reflectido pela luz. Marcos sai correndo deixando a lanterna para trás. Carlos logo segue atrás dele. Enquanto se afastavam do local do ocorrido, mais uma vez o tenebroso assobio começa novamente, como se estivesse os seguindo.
No dia seguinte, passado o susto que sofreram na madrugada passada. Carlos e Marcos afirmam que o que viram naquela madrugada de sábado para domingo, foi um curupira (que no dito popular é uma criatura [ser] com os pés virados para trás do folclore brasileiro, protetor dos animais e da floresta.). Muitos não acreditaram neles. Mas, segundo os dois, eles tinham certeza do que virão. E que aquilo não era apenas um dessas histórias de pescador. Aquilo era real!

Obs.: Os personagens aqui relatados são fictícios com o intuito de preservar a identidade dos atuais protagonistas da história.

Thiago Costa Santiliano

(Se você tem uma história sobrenatural que te assombra ou caso conheça relatos de outras pessoas, mande-me um e-mail para thiagocsantiliano@gmail.com e conte sua história ao mundo! Seus direitos autorais serão preservados ou caso não queira que o nome dos personagens reais e do autor aparecem, usaremos nomes fictícios para preservar sua identidade.) 

Presença Sombria

“Os fatos contados aqui foram relatados por Maria do Carmo Costa, minha avó materna. Segundo ela, os fatos ocorreram entre os anos de 1945 e 1950 em Mimoso do Sul, ES.”


A noite estava quente na pequena cidade de Mimoso do Sul por volta de 1945, em pleno ano do fim da Segunda Guerra Mundial. Por sua vez, Mimoso ia crescendo ainda mais devido ao comércio de café, que se mantia forte. Como costume a época, era muito comum pessoas saírem de suas casa em noites quentes para papearem com seus parentes e amigos, tanto em praças quanto em frente de suas próprias casas.
    
Não muito distante dali, no Distrito de Dona América, minha avó e dentre outros parentes moravam na comunidade do Pastinho, próximo a linha férrea. A convivência na roça, por sua vez, era bem difícil. Mas foi com este sustento que minha avó conseguiu criar minha mãe e os todos os meus tios. Pelo fato de alguns parentes morarem perto, era comum fazerem o percurso a pé ou a cavalo para visitarem meu bisavô. Foi numa dessas visitas que algum estranho e incomum acontecera naquela época.
    
Segundo minha avó, um primo seu fora visitar meu bisavô numa noite de verão a cavalo, sendo que ele adorava sair a noite para cavalgar ou passear a pé pelas estradas. Este primo morava a uns 25 minutos da casa de meu bisavô. No trecho percorrido haviam duas porteiras e trecho dentro de uma mata. O primo de minha avó seguia tranquilo pela estrada. Eram mais ou menos umas 08h30minh da noite. Ao se aproximar da primeira porteira, o cavalo começa a ficar mais agitado e com a respiração ofegante. O cavaleiro não deu atenção ao comportamento do cavalo e segui em frente. Segundo ele a noite naquela hora estava clara. Pois era lua cheira. Então, o caminho era bem visível para ele. 

Ao passar pela primeira porteira, o primo de minha avó começou a estranhar o modo como o cavalo respirava. Como se estivesse perdendo o seu fôlego. Foi então que ele sentiu algo se pondo a montar à traseira do cavalo. Logo ele sentiu um forte arrepio, e sabia que algo de anormal estava acontecendo as suas costas. Sem olhar para traz, seguiu olhando fixamente para frente. Tentando parecer que nada estivesse acontecendo. Porém, o andar do seu cavalo parecia ficar cada vez mais pesado. Como se tivesse uma tonelada sobre seu lombo. Já passara uns 3 minutos e nada daquilo parar. Logo à frente, o primo de minha avó entraria no pequeno trecho dentro da matinha que lá se encontrava. E a coisa começou a piorar. Pois o trecho da estrada que cortava a mata, era mais escuro. Pois a luz da lua não penetrava por completo através as árvores.
O primo de minha avó permanecera sem ação. Apenas olhava para frente e levemente batia com pedaço de bambu o lombo do animal, que a cada passo, diminuía ainda mais o seu ritmo. O corpo do cavaleiro começou a se arrepiar depois que sentira uma forte respiração suspirar sob seu pescoço. Nessa hora, fechara os olhos, e pedira a Deus que, por favor, acabace logo com aquela situação tenebrosa. A tal coisa que montara a traseira do cavalo, repelia sopros frios e quentes às costas do primo de minha avó. E a cada minuto o acontecimento aumentava.
Foi aí então que surgira a sua frente, a segunda e ultima porteira que dava acesso a casa de meu bisavô. Ao passar por ela, o cavalo começou a se aliviar aumentando assim o seu ritmo. Logo primo de minha avó percebera que a coisa que montar no cavalo se refugiou dentre a mata. Mas continuou seguindo em frente sem olhar para traz. Mas tinha certeza que aquilo não estava mais lá. No momento que o cavalo passou a ficar mais leve, uma leve risada fora ouvida por ele entrando e sumindo na mata.
Ao checar a casa, quase às 9h da noite, meu bisavô fora recebê-lo no quintal e logo percebeu que algo havia acontecido com seu sobrinho e no mesmo instante perguntou o que tinha acontecido, pois ele estava muito pálido e gelado. “Ah, tio. Estou muito nervoso. Eu vi uma assombração.” Disse ele. Logo meu bisavô o pusera para dentro de casa.
No dia seguinte, o primo de minha avó disse que aquele fora a pior experiência que já havia passado em sua vida. Ele jamais voltou a andar sozinho a noite. Com medo de que aquilo voltasse. E o cavalo logo após chegar a casa, seguiu em disparada morro a cima, por traz da casa de meu bisavô, e só descera de lá, cinco dias depois.




Thiago Costa Santiliano
(Se você tem uma história sobrenatural que te assombra ou caso conheça relatos de outras pessoas, mande-me um e-mail para thiagocsantiliano@gmail.com e conte sua história ao mundo! Seus direitos autorais serão preservados ou caso não queira que o nome dos personagens reais e do autor aparecem, usaremos nomes fictícios para preservar sua identidade.) 

Fazenda dos Caixões

Por volta de 1960, o casal Honório Mofati e Mariza Pires Mofati juntamente com seus filhos ainda bêbes (Isabel Cristina e Renato) mudam-se para uma propriedade rural com um nome bem estranho "Fazenda dos Caixões" localizado na região da Cachoeira Alta (Rio Preto) em Mimoso do Sul. A casa ficava no alto de uma colina de onde se avistava grande parte da propriedade, ao fundo corria um riacho e que suas aguas impulsionava um velho moinho de fuba.
Para que as tarefas da propriedade fossem realizadas, seu Honório contratou um casal de amigos por nome Seu Totonho e dona Maria e estes vieram com seus filhos, e assim se tornaram os colonos. Dona Mariza criada na sede de Mimoso do Sul mais especificamente na rua da serra, não se acostumava de forma alguma com aquele lugar, muito silencioso e distante de tudo e de todos! O canto de siriemas, Anú, Arutau e Gavião Cova a deixava ainda mais angustiada, e sempre dizendo ao esposo que aquele lugar a deixava apavorada e muito nervosa e insistentemente pedia para que o esposo vendesse a propriedade e se mudassem para outro lugar! O esposo resolveu atender o pedido da esposa... mas em um dos dias que ainda se seguiram na propriedade, o casal Honório e Mariza, convidaram alguns amigos e em especial os colonos Totonho, Maria e os filhos para irem a sua casa tomar um leite quente acompanhado de rosquinhas fritas, era um més frio de junho e no ceu uma lua cheia ajudava a clarear toda a terra.O horário estava marcado por volta de 07:00 horas da noite. 
Então no horario aprazado O Sr. Honório liga o rádio que funcionava a pilhas, acende o velho lampião e fica no aguardo dos amigos. O relógio marcava 07:00 e ainda ninguem aparecera para o convite, mais uma hora se passou e ninguem surgiu... Seu Honório disse que eles deveriam estar em alguma ladainha ou reza, pois isso era comum na roça. Por volta de 09:00 horas da noite, reslveram dormir pois ninguem aparecera. As crianças já dormiam tranquilamente... Por volta de meia noite escutaram conversar de gente, latidos de cachorros a uma certa distancia! Seu Honório se levantou e olhou da janela... O luar refletia vultos vindo em direção a casa por uma estrada, logo chamou a esposa para acender o fogão e aquecer o leite e as rosquinhas. O som de vozes ia aumentando a medida que se aproximavam da casa, e assim perceberam que não se tratavam dos amigos, mas algo estranho pois não se via o complemento de corpos (cabeça, membros) e sim reflexos brancos que pareciam flutuar! Aquela cena apavorante ficou ainda por alguns minutos e segui estrada a fora! Apavorados o casal buscou refugio em orações e juntos dos filhos pediram a proteção divina! A noite se seguiu tranquila... No outro dia oo Sr. Honório foi até a casa do colono Totonho para indagar sobre o ocorrido, se eles passaram por lá a noite vestidos de branco e não chegaram... Elee disse que o filho Aristeu passou mal e não puderam sair. Com relação ao ocorrido o Seu Totonho disse que muita gente já presenciou este fato e que ali naquele moinho aos fundo da casa muitas pessoas morreram. e até já viram caixões seguirem o leito do rio, dai o nome Fazenda dos Caixões! Ao tomar conhecimento do fato, Dona Mariza que já tinha motivos de sobra para se mudar do lugar, não ficou mais por ali nem mais um dia! Veio novamente para Mimoso e nunca mais voltou ao lugar! Ficando apenas a lembrança de momentos assombrosos que pairam sobre o lugar!
Renato Pires Mofati
(Se você tem uma história sobrenatural que te assombra ou caso conheça relatos de outras pessoas, mande-me um e-mail para thiagocsantiliano@gmail.com e conte sua história ao mundo! Seus direitos autorais serão preservados ou caso não queira que o nome dos personagens reais e do autor aparecem, usaremos nomes fictícios para preservar sua identidade.)  

A Perigosa Brincadeira do Copo

Quatro jovens resolveram fazer uma brincadeira um pouco fora do comum para sua idade. Um deles leu em uma revista de esoterismo como fazer o jogo do copo. Um sistema de comunicação com o além chamado OUIJA.

Um dos garotos sabia que seu pai tinha um tabuleiro. Resolveram comprar um copo e começar a sessão. Esperaram seus pais saírem de casa para acenderem as velas na sala e iniciar os trabalhos. Algumas rezas, piadas e movimentos dos garotos no copo, um deles resolve fazer as perguntas sérias:

- Tem alguém ai?

E o copo se movimenta para o sim

- Qual é o seu nome?

E o copo vai para a palavra não.

- Você é homem ou mulher?

O copo treme repentinas vezes e para. Os jovens começam a gostar da brincadeira:

- Você era careca?

Todos caem na gargalhada e o copo não sai do lugar.

- Como você morreu?

O copo volta a tremer mas não sai do lugar. Os rapazes insistem e a pergunta foi repetida três vezes, até que o jovem que perguntava pede uma prova da existência de um espírito na sala:

- Se há alguém nessa sala, dê um sinal.

Nesse momento o telefone toca repentinamente. Eram 22:00. Os jovens ficam assustados num primeiro instante, mas depois se acalmam e começam a dar risada da situação. Da coincidência do telefone tocar. Eles não atendem ao telefone e o mesmo para de tocar. Depois de um pouco de hesitação, decidem voltar a brincadeira.

De volta ao tabuleiro, o jovem repete a pergunta:

- Tem alguém ai? Dê-me uma prova que você está ai...

Novamente o telefone toca. As crianças ficam assustadas e deixam o tabuleiro cair. As peças se perdem pela sala enquanto os ruídos incessantes do telefone ecoam por toda a casa. Os jovens criam coragem e resolvem atender ao telefone. Num lançe de desespero e impulsionado pelos amigos, o jovem pega o telefone e diz com uma voz tremula:

- Alô?

Silencio absoluto. Algumas gargalhadas dos garotos e mais uma tentativa:

- Alô? Alô? Tem alguém ai? Em tom de brincadeira

Mas, ao invés de silêncio, uma voz sai do fone:

- Essa é a prova

Todas os jovens saem correndo de casa, desesperados, pedindo a Deus por suas vidas e prometendo nunca mais brincar com os mortos.

por Apocalipse2000

 Deixo um recado a todos: "Jamais façam a brincadeira do copo! Isso é coisa séria. Muitos que fizeram esta brincadeira se deram muito mal e há relatos também de que alguns morreram horas, dias e meses depois de terem mexido com forças do além".
Thiago Costa Santiliano

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Mike, o frango sem cabeça.



Quando uma galinha é decapitada seu corpo ainda pode se movimentar involuntariamente por alguns momentos, mas não foi isso o que aconteceu com Mike, um frango que viveu nos Estados Unidos por um ano e meio sem sua cabeça.

A história desse pobre animal parecia seguir o triste fim de todo frango criado para abate e consumo: Seria decapitado e cozido para alimentar a família do fazendeiro Lloyd Olsen, em setembro de 1945. O fazendeiro decapitou a ave, que continuava se mexendo após ter sua cabeça separada do corpo, mas para surpresa do homem, o frango, apelidado de Mike, não parava de se mover.

Olsen resolveu suspender o jantar com aquele frango e colocou Mike de volta no galinheiro. Para sua surpresa, no dia seguinte o fazendeiro encontrou Mike dormindo ao lado da sua cabeça. Com o tempo, o galináceo reaprendeu a se movimentar sem a cabeça e emitia um som pela garganta quando tentava cacarejar.

Deslumbrado com a cena, o fazendeiro tentou alimenta-lo utilizando um conta gotas para colocar água e comida direto pela garganta do animal. Mike viveu assim por uma semana na casa do fazendeiro, até que ele foi levado a um grupo de cientistas para ser examinado e tentar encontrar uma explicação de como um animal poderia viver sem sua cabeça. Os cientistas concluíram que o corte não acertou a veia jugular e que um coágulo impediu que o animal sangrasse até a morte. Apesar de ter a cabeça separada do corpo, seu tronco cerebral e um canal auditivo ficaram em seu corpo.

Mike começou a ganhar fama por ser um frango vivo sem cabeça. Foi tema de grandes revistas como Time e Life. Seu dono fez diversas viagens pelos Estados Unidos apresentando Mike em shows bizarros, junto com outros animais com deformidades, como um bezerro de duas cabeças. As pessoas pagavam US$ 0,25 para ver Mike, o que rendia ao seu dono aproximadamente US$ 4.500,00 ao mês. O fazendeiro ainda fez um seguro, que avaliou Mike em US$ 10.000,00.

Em Março de 1947, durante uma das excursões, Mike começou a engasgar com o muco que saia de sua garganta. O fazendeiro não encontrou o conta-gotas e não conseguiu salvar Mike, que morreu sufocado. Seu dono tentou negar a morte, dizendo que havia vendido a ave. Isso causou especulações que os shows de Mike teriam continuado até 1949.

Várias tentativas de repetir com outros frangos o ocorrido com Mike foram feitas sem sucesso. O tempo máximo que as aves conseguiram viver sem cabeça foi apenas 11 horas.

Agora, a façanha de Mike de sobreviver por um ano e meio sem cabeça é celebrada na cidade de Fruita. Hoje, Mike the Headless Chicken é uma instituição no Colorado que realiza o "Mike the Headless Chicken Day" desde 1999 no terceiro fim de semana de maio. 

Fotos de Mike:


Thiago Costa Santiliano
Fonte: http://www.apocalipse2000.com.br/

Fotos de Fantasmas de 1800 e 1900















Thiago Costa Santiliano

terça-feira, 17 de abril de 2012

Entidade Paranormal

“O fato ocorrido aqui retratado é baseado numa história real vivida por mim, Thiago Costa Santiliano em junho de 2011”.


Tudo começou em junho. Numa sexta-feira. O dia começara nublado depois de uma longa noite fria e chuvosa. Eu me levantei às 6h da manhã para um novo dia de trabalho. Como sempre era de costume eu trabalhava no bairro Itapuã, a oeste do ponto de abastecimento dos Agentes de Endemias. Tudo corria bem. Nós pegávamos nosso material de trabalho e às 07h30minh saíamos para nossos devidos bairros.
Neste dia eu estava treinando um novo agente no bairro Itapuã. Fizemos a parte baixa e logo após, bem próximo às 09h30minh decidimos fazer a parte alta. Eu e o outro agente começamos a subir a rua Projetada Pedra Riscada, praticamente a rua mais alta do bairro. No local havia muita lama e estava bem escorregadia. Mas tínhamos que subir do mesmo jeito para irmos à primeira casa da rua.
Logo acima da rua, há umas pedras gigantescas uma por cima da outra. Devido as posições que se encontram, pode-se encontrar entre uma e outra cavernas e muitos cacos de pedras. Como estávamos em dois e o terreno estava muito molhada, eu pedi para o novo agente ir até a casa e eu enquanto isso ia até as cavernas para eliminar alguns possíveis depósitos de água que lá se encontravam.

Quando cheguei até a grande fenda entre uma rocha e outra, comecei a sentir um forte mal-estar. Minha visão começou a ficar meio turva e um forte aperto tomou conta do meu peito. Era como se eu estivesse sentindo a falta de alguém. Uma forte saudade. Me lembro de ter visto no local uma camiseta, um par de tênis e um colchão velho, encostados na pedra. Logo depois não me lembro de mais nada do que aconteceu. Eu entrei numa espécie de transe. Depois de um tempo eu voltei a si dando um forte suspiro. Logo comecei a escutar o novo agente me chamando. Então eu deixei tudo para trás e fui ao encontro dele. O mais estranho disso tudo, é que ele me perguntou onde eu estava, pois ele já estava me chamando a uns 20 minutos. E eu na verdade não havia escutado nada. Sendo que a distancia que eu estava dele era de apenas uns 30 metros. Ao me ver ele me perguntou se aconteceu alguma coisa comigo, e eu apenas respondi que não tinha me sentido bem lá. Daí então, seguimos com o trabalho até o fim do dia.
No decorrer do dia não dei muita a atenção para aquilo que tinha acontecido nas pedras do bairro Itapuã.

Naquela noite de sexta-feira, depois de um dia de longo trabalho, eu como sempre jogava um pouco no computador e depois assistia televisão antes de dormir. Era entono de meia noite quando me deitei para assistir uma série do SBT. O sono não vinha de forma alguma. Eu me revirava de um lado para o outro e nada. E as horas foram passando em meio a madrugada. Beirava às 3 da manhã quando comecei a cochilar. Foi ai que alguma coisa subiu em minha cama. No momento toda a cama balançou e um forte estalo soou em meu quarto. Eu estava de lado, virado para a parede e de olhos fechados, quando a tal coisa me empurrou contra a cama e começou a me empurra sobre a mesma. Aquilo estava me forçando contra o colchão. Como se estivesse me tentando sufocar. O medo era tão grande que meu corpo começou a tremer, foi ai que resolvi abrir os olhos. O quarto não estava tão escuro, pois a TV estava ligada. Mas o que vi foi realmente apavorante. Uma sombra negra em forma de uma figura humanóide se projetava na parede. Parecia que ela estava em pé atrás de mim. Na altura da cabeceira da cama. Então eu fechei nova mente os olhos e comecei a rezar, pedindo a Deus que mandasse aquele espírito ou demônio para longe de mim. Quanto eu mais rezava, mais a sombra me apertava. Eu já estava ficando sem ar, e foi aí que eu me lembre de que naquela semana eu estava fazendo a “Novena das Mãos Ensangüentadas de Jesus” e comecei a dizer em voz alta alguns versos da novena. E então a sombra começou a me largar até que desapareceu.

Depois do ocorrido continuei rezando de olhos fechados até o dia amanhecer. Eu não queria de forma alguma abrir os olhos. Pois eu tinha medo de que aquela perturbação ainda estivesse no meu quarto. Já de manhã, me levantei e contei para a minha mãe sobre o que aconteceu comigo naquela noite. Ela apenas me disse que deveria ter sido um sonho. Mas eu tinha certeza que não foi. Pois eu me lembro bem de todo o ocorrido e do que estava passando na TV naquela hora. Foi então que comecei a perceber que aquela atividade paranormal estava ligada com o que acontecera comigo nas cavernas no bairro Itapuã na manhã passada.

Pesquisei em alguns sites relacionados a estes fenômenos e muitos estudiosos  no assunto dizem que estes casos, quando entramos num lugar onde vaga um espírito ou demônio, se nossa energia estiver muito baixa, estes fenômenos costumam seguir as pessoas, e enfim, encostar a elas. E o que me lembro depois, é que aquela semana eu estava muito estressado e cassado devido a forte rotina de trabalho, e que talvez tenha sido que atraiu o tal fenômeno. Na noite seguinte eu não conseguia parar de pensar na noite passada. Mas me impus a enfrentar o tal fenômeno caso eles aparecesse novamente. Mas ele não apareceu. E agradeço muito a Deus por isso!
Todos que me conhecem pessoalmente sabem que sou super curioso quando se trata de fenômenos paranormais. Isso é uma das qualidades do meu signo, TOURO. Eu admito que fiquei com muito medo na hora, pois aquela foi a primeira vez que tive uma experiência direto com um espírito. Mas sempre que eu puder, continuarei pesquisando, investigando e sempre procurando entender e identificar estes fenômenos.

No entanto, deixo um recado a todos. “Rezem com muita fé e clamem o nome de Deus... pois foi ELE que me ajudou e me protegeu em um dos momentos mais sufocantes e aterrorizantes de minha vida!”    
 Thiago Costa Santiliano
(Se você tem uma história sobrenatural que te assombra ou caso conheça relatos de outras pessoas, mande-me um e-mail para thiagocsantiliano@gmail.com e conte sua história ao mundo! Seus direitos autorais serão preservados ou caso não queira que o nome dos personagens reais e do autor aparecem, usaremos nomes fictícios para preservar sua identidade.)  

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Lista dos melhores filmes de Atividades Paranormais

Um jovem casal de classe média se muda para o que parecia uma típica casa de subúrbio. Tudo parece bem até que começam a ser incomodados pela presença de um ser demoníaco que age principalmente durante a noite, enquanto eles dormem.
» Baseado nas próprias experiências do diretor, Oren Peli, quando se mudou de casa e passou a ouvir estranhos barulhos.
 ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Um casal se assusta com Atividades Paranormais em uma casa de campo.
 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Terceiro episódio da saga sobre um jovem casal que se muda para os subúrbios e começa a ficar perturbado com uma assustadora presença em casa…
 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 Mais uma entrada na franquia Atividade paranormal, desta vez ambientada na capital japonesa. Depois de um intercâmbio em San Diego, nos Estados Unidos, uma estudante sofre um acidente de carro e quebra as duas pernas. De volta para Tóquio, a moça começa a conviver com a presença constante de uma entidade sobrenatural. Ao perceber algo estranho, o irmão dela passa a filmar tudo que acontece enquanto eles dormem. E o que eles descobrem cada vez que assistem aos vídeos é apavorante. Agora, o terror vai destruir uma família e todos que tentarem se aproximarem deles.
 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 O guerreiro Behmen (Nicolas Cage) lutou nas Cruzadas por vários anos, até que, ao lado de seu velho amigo Felton (Ron Perlman), começou a questionar a Igreja e virou um desertor. Presos, eles recebem uma missão que pode deixá-los livres: levar uma suposta bruxa para um distante mosteiro.
 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 Mãe solteira e psiquiatra dedicada, Cara Jessup (Julianne Moore), concentra a sua reputação profissional em desmascarar a ideia da síndrome de múltipla personalidade, até encontrar um paciente criminal com problemas mentais, Adam (Jonathan Rhys Meyers), que tem poderes que desafiam a explicação mais racional. Esse contato misterioso com o mal perturba o seu mundo, transformando uma céptica em uma crente preparada para o combate. A entidade que habita o paciente, no fim, revela ser um pregador demoníaco, que rouba as almas dos mortos horrivelmente, e possui uma eterna obsessão em abrigar as pessoas descrentes. Quando uma alma roubada resulta na perda do pai de Cara, ela começa a achar que sua filha é a próxima, e por pouco a salva da morte. Shelter é uma viagem sofisticada e perturbadora ao coração das trevas, além de explorar o mundo psicológico.
 -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


 -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Pós um trágico acidente tira a vida da esposa de Lucas Gibson (Gooding Jr.) e nascituro, ele é deixado com ferimentos críticos e amnésia completa. Tendo abandonado sua fé em Deus, O Padre Merrin (Stellan Skarsgard) se une a uma escavação arqueológica inglesa no Quênia, que revela a existência da primeira igreja cristã erguida logo após a morte de Jesus Cristo e inexplicavelmente enterrada de cabeça para baixo – como se tivesse sido engolida pela Terra no mesmo dia em que ficou pronta. Mas, além da igreja, alguma coisa muito mais antiga dorme ali, aguardando o momento certo para despertar. À medida que a loucura atinge o vilarejo local e até mesmo os soldados ingleses, Merrin observa, passivo, as atrocidades acometidas contra um morador – atrocidades que ele já tinha visto antes e rezou para que nunca acontecessem de novo. O sangue de inocentes é derramado impunemente na África Ocidental e o horror apenas começou. No local onde o Mal nasceu, Merrin finalmente verá sua verdadeira face.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Uma mulher se prende despercebida no teto,como uma mosca.Um matador morto há muito tempo coleciona vítima após vítima.As chamas ardem de dentro da Terra,cobras rastejam,o chão se abre profeticadamente revelando um poço de amaldiçoados.O demônio está de volta.E com ele também volta toda a força criativa que adaptou o impressionante livro "O Exorcista" para as telas em um roteiro vencedor de Oscar.Adaptando o romance Legion,William Peter Blatty escreve e dirige "O Exorcista 3",uma nova incursão pelo gênero terror que se inicia exatamente onde o primeiro filme terminou.George C. Scott interpreta o tenente Kinderman,que investiga misteriosos assassinatos.Kinderman não acredita em demônios e possessão.Ainda não.Jason Miller reprisa o papel do padre Damien Karras,assim como no original.E atenção para Samuel L. Jackson,o jogador de basquete Patrick Ewing e mais participações especiais.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 É o mais recente exemplo dessa onda. Começa com uma equipe de filmagens acompanhando um pastor exorcista (Patrick Fabian) no que ele espera ser seu último trabalho: ir até uma cidadezinha no sul dos Estados Unidos para desvendar a possessão de uma garota (Ashley Bell). Mas aos poucos, conforme o sjueito, que há anos tira dinheiro dos crédulos sulistas, tenta provar para as câmeras que tal fenômeno não passa de crendice, o cenário começa a parecer cada vez mais estranho. Seria o caso verídico ou mais um trabalho de rotina?

Thiago Costa Santiliano
 

quarta-feira, 7 de março de 2012

Fotos de Fantasmas

Esta famosa foto foi tirada em 1966, pelo Rev. Ralph Hardy, um sacerdote aposentado de White Rock, Colúmbia Britânica.  A intenção dele era apenas fotografar a bela escada espiral, conhecida como “escadaria tulipa”, da Queen’s House, em Greenwich, Inglaterra. Inesperadamente a foto revelou não apenas a escada, mas também uma estranha presença: uma figura fantasmagórica que parece se inclinar sobre o corrimão, segurando-o com as duas mãos. Especialistas, incluindo alguns da Kodak, examinaram o negativo original da fotografia e concluíram que não foi adulterado/falsificado. É dito que inexplicáveis figuras foram vistas na mesma ocasião, nas proximidades da escada, e também passos inexplicáveis foram ouvidos.
Apesar de essa ser a foto de fantasma mais famosa do local, não foi uma ocorrência única. Mais pessoas dizem terem visto, ouvido ou presenciado situações inexplicáveis na Queen’s House. Incluindo o pessoal que trabalha lá. Os eventos estranhos vão desde aparições fantasmagóricas, passos inexplicáveis, portas que se fecham (sem que alguém as feche ou haja corrente de vento), choros de criança, à turistas que são beliscados por dedos invisíveis.

 A senhora Mabel Chinnery havia ido visitar o túmulo de sua mãe, um dia, em 1959. Ela havia trago sua câmera fotográfica para fotografar a sepultura e os arredores. Após ter tirado algumas fotos do túmulo, ela tirou uma foto, de bobeira, do marido, que a estava esperando sozinho no carro. Ou melhor, ele parecia sozinho. Quando a fotografia foi revelada, o casal ficou mais do que surpreso ao notar uma segunda presença na imagem, uma figura de óculos, sentada no banco de trás do carro. A senhora Chinnery imediatamente reconheceu o rosto de sua mãe, a pessoa a quem tinham visitado o túmulo, naquele mesmo dia! Um expert em fotografia analisou a foto e garantiu que a imagem da mulher não era decorrente de dupla exposição nem de reflexo. Na verdade, ele apostou a própria reputação em nome da veracidade dessa fotografia.


Em 19 de Novembro de 1995, o Wem Town Hall, uma antiga construção, em Shropshire, Inglaterra, queimou por completo. Muitas pessoas se juntaram ao redor do edifício, construído em 1905, para vê-lo ser consumido pelas chamas. Tony O’Rahilly, um morador local foi um desses curiosos e tirou fotos do espetáculo com lentes de telefoto de 200mm, do outro lado da rua.  Uma dessas fotografias mostra algo que parece ser uma pequena, e parcialmente transparente, menina parada na porta. Nem O’ Rahilly, nem nenhuma outra testemunha do incêndio disse ter visto a menina no local naquele momento.
O’Rahilly levou os negativos da foto para serem analisados por um especialista na Association for the Scientific Study of Anomalous Phenomena, que então repassou o caso para ser estudado pelo Dr. Vernon Harrison, um expert em fotografia, antigo presidente da Royal Photographic Society. Harrison examinou cuidadosamente tanto a foto impressa como seu negativo e concluiu que não havia adulteração/falsificação. A foto era genuína.
Mas quem é a menina? O local do edifício (Wem), havia sido, em tempos antigos, um vilarejo pacífico que foi devastado pelo fogo. Em 1677, os registros históricos afirmam, o fogo destruiu muitas das casas de madeira da cidade. Diz a lenda que uma menina, Jane Churm, acidentalmente incendiou um teto de palha com uma vela. Muitos acreditam que o fantasma dela assombra essa área, e que ela foi vista em outras ocasiões.


Esta foto foi tirada durante uma investigação no cemitério de Bachelor’s Grove, próximo a Chicago, pela Ghost Research Society (GRS). Em 10 de agosto de 1991, vários membros do GRS estavam no cemitério, um pequeno e abandonado cemitério nos limites de Rubio Woods Forest Preserve, próximo ao subúrbio de Midlothian, Illinois. Com a reputação de ser um dos cemitérios mais assombrados dos EUA, o Bachelor’s Grove já foi o local de mais de 100 diferentes testemunhos de fenômenos estranhos, incluindo visões e barulhos inexplicáveis, e até bolas de luz.
Mari Huff, uma integrante da GRS, estava tirando fotos preto-e-branco com uma câmera infravermelha onde o grupo havia observado algumas anomalias em seus aparelhos de “caça-fantasmas”. O cemitério estava completamente vazio, a não ser pela equipe da GRS. Quando as fotos foram reveladas, uma imagem emergiu: uma moça, sozinha, sentada em uma lápide. Algumas partes do seu corpo parecem estar transparentes, e o vestido que usa parece fora de moda.









                                  

Uma mulher de nome sra. Andrews visitava o túmulo de sua filha em um cemitério em Queensland, Austrália em 1946 ou 1947. A sua filha Joyce havia morrido cerca de um ano antes, em 1945, com a idade de 17 anos. Quando tirou a foto do túmulo de Joyce, a sra. Andrews não notou nada fora do normal no local. Mas, quando o filme foi revelado, ela ficou atônita ao ver a imagem de uma criança sentada alegremente no túmulo de sua filha. O fantasma da criança parece saber da presença da sra. Andrews, pois olhava diretamente para a câmera.
Será possível uma dupla exposição? A sra. Andrews disse que não havia nenhuma criança ali perto quando tirou a foto, e sequer reconhece essa criança - ela jamais poderia ter tirado a foto desse bebê. Ela disse que não acreditava que o bebê em questão pudesse ser sua filha quando pequena.
Investigando o caso, o pesquisado paranormal australiano Tony Healy, visitou o cemitério no fim dos anos 90. Perto do túmulo de Joyce havia os túmulos de duas crianças.

Esta fotografia foi tirada em 1963 pelo Reverendo K. F. Lord na igreja de Newby, em North Yorkshire, Inglaterra. A foto é controversa porque é boa demais. O rosto coberto e a forma como olha diretamente para a câmera faz com que pareça posado – uma dupla exposição bem feita. Mesmo assim, supostamente, a foto foi analisada por especialistas em fotografia que disseram que a imagem não é fruto de dupla exposição. O Reverendo Lord disse que nada podia ser visto a olho nu quando tirou a foto do altar. Mas, quando o filme foi revelado, uma estranha figura encapuzada estava lá.
A igreja foi construída em 1870, e desde então, nunca havia tido nenhum relato de aparição, assombração ou qualquer outro fenômeno estranho no local. Algumas pessoas, que analisaram cuidadosamente as proporções dos objetos na foto, calcularam que o espectro deveria ter cerca de 2,75m!!!

Thiago Costa Santiliano
Fotos tiradas do site http://inconscientecoletivo.net
(Se você tem uma história sobrenatural que te assombra ou caso conheça relatos de outras pessoas, mande-me um e-mail para thiagocsantiliano@gmail.com e conte sua história ao mundo! Seus direitos autorais serão preservados ou caso não queira que o nome dos personagens reais e do autor aparecem, usaremos nomes fictícios para preservar sua identidade.)